"Nestas impressões sem nexo, nem desejo de nexo, narro indiferentemente a minha autobiografia sem fatos, a minha historia sem vida. São as minhas confissões, e, se nelas nada digo, é que nada tenho que dizer." Bernardo Soares

Aviso das Imagens

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sexta-feira, 27 de maio de 2011

Simplesmente escrevo!

A mente é algo fascinante.
A interpretação também. Infelizmente a interpretação é individual e diferenciada. Cada um entende como deseja. É assim... entendimento é igual a bunda, cada um tem a sua.
O autor do blog Agamenon errou, escreveu um texto sobre uma situação que passo constantemente. Apesar de que, o que ele ali descreveu, não é nem um pouco o que realmente condiz com a sua verdade, ou seja, o autor não age daquela forma.

Explico:
Sabe quando você escreve post no blog?
Muitas vezes são “pensamentos farináceos” (acresci tal expressão ao meu vocabulário " apropriação" kkkk) sem propósito ou destino.
Mas sempre tem aquele leitor que faz a seguinte indagação:

Questão 1: Marque a alternativa que mais se encaixa á você:
a)(  ) É pra mim?
b)(  ) Para quem são essas palavras?
c)(  )  Porque escreveu isso?
d)(  ) O que devo pensar sobre o que postou no seu blog?
e)(  ) Todas as alternativas juntas.

AAAHHHHHH!!
Parem a leitura! Eu quero descer!!

Respondo: Para ninguém!
Gente, escrevo o que me vem na mente. Não pensem que os textos são indiretas ou diretas para alguém... (para isso existe o subnick do msn kkkk). Quando o texto tem um destinatário certo, o correio eletrônico avisa com cep e remetente... “ o texto tal é pra você”.

Li que: "Escrevemos para dar ao mundo não-escrito uma chance de expressar-se através de nós.

Por isso escrevo. Às vezes besteiras, às vezes verdades. Todo homem é um apólogo de si próprio; tudo é narrativa, sem ela, não há o ser humano. Quando se escreve é como se dividir um pedaço de si. Escrever não é desígnio, mas uma espécie irrefreável, incoercível, de ser para narrar.
Nesse inexorável mundo da escrita, podemos nos expor, sem mascaras, sempre usando a criatividade. Característica tão escassa nos dias de hoje. A preguiça não deixa desenvolver o pensamento.
Eu escrevo porque acredito na relação do meu interior com o mundo. Meu temperamento, minha emoção, minha experiência e vivência.
Os motivos que levam as pessoas a escrever, contar casos e historias não são de fácil compreensão. Podem muito bem ser ligados a sentimentos, ao tão somente aprendizado, ou até mesmo como válvula de escape.
Sabemos somente com veemência que existe a necessidade de jogar palavras no papel ou blog, ou qualquer outro espaço.
Não posso afirmar os motivos que levam cada pessoa a escrever.
Eu mesmo, escrevo para talvez não esquecer do que já passei ao longo da minha existência.
Ou quem sabe, tentar achar respostas!

Como diz Clarice Lispector:
"Enquanto não houver respostas para todas as perguntas, continuarei escrevendo"

3 comentários:

Agamenon disse...

Ok! Faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço!!! Você, assim como eu, e outros milhares de leitores nunca escaparemos àquela sensação de pulga atrás da orelha.
Se não tem certeza, pergunte! É assim que as coisas funcionam. Eu aprendi!!!

Babi Doux' disse...

Concordo plenamente Ale!

Insanidade do Corpo disse...

Concordo em genero e grau em tudo que vc disse, e lembre-se de que criticos são pessoas sem imaginação ou capacidade que se especializam em denegrir o trabalho dos outros para a autosatisfação, já que não competentes o sufuciente para fazer igual!
Beijos!