"Nestas impressões sem nexo, nem desejo de nexo, narro indiferentemente a minha autobiografia sem fatos, a minha historia sem vida. São as minhas confissões, e, se nelas nada digo, é que nada tenho que dizer." Bernardo Soares

Aviso das Imagens

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quinta-feira, 10 de março de 2011

Nala... adorável cadela...

Nesse exato momento, me encontro sentada no quintal da minha casa com o notebook no colo e lágrimas descendo pela minha face. Afago a cabeça do Hátila, meu cachorro Weimaraner, que não sei se chora ou urra de saudades de sua irmã. Hoje, infelizmente tivemos que tomar uma descisão ruim. Tivemos que sacrificar nossa cadela Nala, eterna companheira de bagunça do Hátila. Ela estava com câncer, não compensava cirurgia, teríamos que amputar sua pata traseira e corria o risco de desenvolver novos tumores, visto que é tendência de sua raça ter "bolotas" ou seja tumores. Foi triste vê-la ser carregada para aquele carro branco e gelado, com aquele olhar que só ela sabia dar, sabendo que aquela era a última vez que iriamos no ver ou fazer um cafuné em sua barriga.Era uma cadela doce e alegre. Fazia festa para todos, parecia o Pluto de tão boba que era.Nos apegamos muito aos nossos animais. Eles só nos alegram. Não tem maldade.
Podemos ralhar, brigar com eles mas sempre estão ali abanando o rabo com uma imensa alegria para nós, seres humanos tão "irracionais".
Vou sentir falta dela. Mas agora só posso acalentar meu coração acreditando que fizemos o melhor para ela. Para que não sofresse mais. Fique em paz Nala.


"Para um cão, você não precisa de carrões,de grandes casas ou roupas de marca. Símbolos de status não significavam nada para ele. Um graveto já está ótimo. Um cachorro não se importa se você é rico ou pobre, inteligente ou idiota, esperto ou burro. Um cão não julga os outros por sua cor, credo ou classe, mas por quem são por dentro. Dê seu coração a ele, e ele lhe dara o dele. É realmente muito simples, mas, mesmo assim, nós humanos, tão mais sábios e sofisticados, sempre tivemos problemas para descobrir o que realmente importa ou não. De quantas pessoas você pode falar isso? Quantas pessoas fazem você se sentir raro, puro e especial? Quantas pessoas fazem você se sentir extraordinário?" Marley e eu




2 comentários:

Ale(atório) disse...

Que pena. Lembro desse dia e dessa foto. Com certeza ela foi para o céu dos cães e está feliz!

Monalisa disse...

Poxa, lamento profundamente...
mas, se ela estava sofrendo..foi a melhor escolha...